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TERROR COMUNISTA CHINÊS – ONTEM E HOJE



O OCIDENTE ENTREGOU A CHINA AOS SEUS ALGOZES, HOJE MAL DISFARÇADOS DE ‘NEOLIBERAIS’

I – ONTEM
SEM MÁSCARA

Reforma Agrária
achincalhou os proprietários até a morte


A revolução comunista na China
conduzida por Mao-Tsé-Tung seguiu as pegadas da Rússia com aspectos
surpreendentes.

Assim que se apossava de uma
região, o comunismo chinês empreendia a Reforma Agrária. Mas antes de eliminar
os proprietários, desmoralizava-os o quanto podia.

Eles eram, por exemplo,
submetidos ao “comício da acidez”: os parentes e empregados deviam acusá-los
das piores infâmias até que “entregassem os pontos”, sendo então executados
pelos presentes. Um proprietário teve que puxar um arado sob as chibatadas de
colonos, até perecer.

Chegou-se a obrigar membros da
família de um fazendeiro a comer pedaços da carne dele, na sua presença, ainda
vivo!

A Reforma Agrária chinesa
extinguiu de 2 a 5 milhões de vidas, sem contar aqueles que nunca voltaram
entre os 4 a 6 milhões enviados aos campos de concentração.



Campos de
concentração superam os da URSS

O sistema amarelo de campos de concentração foi (e continua sendo) o maior do
mundo. Até meados dos anos 80, mais de 50 milhões de infelizes passaram por
ele.

A média de ingresso nesse sistema é de 1 a 2
milhões de pessoas por ano, e a população carcerária atinge, em média, a cifra
de 5 milhões. Os presos-escravos vivem psiquicamente infantilizados, num
sistema de autocríticas e delação mútua.

Esses cárceres, disfarçados em unidades industriais
do Estado, desempenharam importante papel nas exportações chinesas. Pense nisso
o leitor quando lhe oferecerem um produto chinês a preço ínfimo…



“Grande salto para a
frente”: industrialização forçada até o extermínio pela fome


Em 1959,
Mao propôs o “grande salto para a frente”, que consistiu em reagrupar os
chineses em comunas populares, sob pretexto de um acelerado progresso.

Foi proibido abandonar a comuna, as portas das
casas foram queimadas nos altos fornos, e os utensílios familiares
transformados em aço. Iniciaram-se construções delirantes.

Os responsáveis comemoravam resultados fulgurantes
e colheitas astronômicas. Mas logo começou a faltar o alimento básico.
Barragens e canais viraram pesadelo para seus construtores escravos. A
indústria parou.

A fome mais mortífera da História
da humanidade sacrificou então 43 milhões de vidas! Era proibido recolher as
crianças órfãs ou abandonadas. O regime reprimia os famintos, entes não
previstos na planificação socialista…



“Revolução Cultural”:
tentativa de extinguir a tradição e o pensamento

Em 1966, Mao lançou a Revolução Cultural. Tratava-se de reduzir a pó os
vestígios do passado, de eliminar tudo quanto falasse da alma espiritual ou
evocasse a beleza.

Os cenários e guarda-roupas da
Ópera de Pequim foram queimados. Tentou-se demolir a Grande Muralha, e os
tijolos arrancados serviram para construir chiqueiros! Era proibido possuir
gatos, aves ou flores!

À palavra intelectual
acrescentava-se sempre o qualificativo fedorento. Os professores deviam
desfilar por ruas e praças em posições grotescas, latindo como cães, usando
orelhas de burro, se auto-denunciando como inimigos de classe. Alguns,
sobretudo diretores de colégio, foram mortos e comidos. Templos, bibliotecas,
museus, pinturas, porcelanas viraram cacos ou cinzas.
Os mortos são calculados entre
400 mil a 1 milhão, e os encarceramentos em torno de 4 milhões: uma alucinante
ninharia, se comparada aos massacres da Reforma Agrária e do “salto para a
frente”! Apesar disso, a Revolução Cultural serve até hoje como fonte de
inspiração para revoluções do gênero.

*** * ***


TERROR COMUNISTA CHINÊS
II- HOJE

COM MÁSCARA DE
‘NEO-CAPITALISTA’

Grande vigília em Hong Kong relembra massacre de Tiananmen e pede liberdade

Vigília pode ser a maior da história de Hong Kong por Tiananmen
Vigília pode ser a maior da história de Hong Kong por Tiananmen



Um número impressionante de público compareceu ao Victoria Park de Hong Kong, para participar da vigília anual a luz de velas que indicia o regime comunista da China pelo desrespeito aos direitos humanos.



Também e em ponto maior, a vigília marcou o 24º aniversário do massacre da Praça da Paz Celestial, ou Tiananmen, em Pequim.


O número dos presentes pode ter superado o do ano passado (mais de 180.000 pessoas) malgrado a persistente chuva.


As autoridades se recusaram a fornecer estimativas, porque a primeira vista as restrições impostas desde Pequim não surtiram todo o efeito desejado.


De acordo com o “The New York Times”, a Igreja Católica está assumindo um papel crescentemente ativo na oposição as leis de segurança interna de Hong Kong.





Hong Kong: chuvas não impediram participação massiva
Chuvas não impediram participação massiva

Estas leis estão cada vez mais semelhantes às que escravizam o povo chinês no resto do continente. 


A Igreja tem sobradas razões e experiências para apontar que essas “normas de segurança” visam principalmente limitar a liberdade de expressão e de religião.


O Cardeal Joseph Zen, bispo emérito de Hong Kong e um líder moral do catolicismo na cidade, vêm angariando muitas simpatias.


A população gosta de suas críticas abertas à legislação da cidade entalhada pelas injunções de Pequim.


A Igreja Católica organizou uma vigília de orações na mesma noite precedendo à vigília a luz de velas no Victoria Park.





Catolicismo autêntico está no cerne dos  protestos
Catolicismo autêntico está no cerne dos  protestos
O crescimento do catolicismo, especialmente o autêntico fiel ao Papado, está como que enlouquecendo aos ditadores comunistas e seus colaboradores “católicos progressistas” do continente e do Ocidente. 


Estes sonham com uma “distensão” que até o momento se revelou poderoso instrumento para desarmar os católicos e consolidar a opressão do Partido Comunista sobre clero e fiéis.


Tiananmen: heroísmo não é esquecido
Tiananmen: heroísmo não é esquecido

Alguns residentes de Hong Kong que participaram da vigília noturna relembraram com emoção a brutalidade da repressão na Praça Tiananmen(Paz Celestial)


nomenklatura de Pequim faz questão de acobertar esse massacre como se fosse sua própria obra. 


Na China, a censura socialista suprimiu a maioria das mensagens e posts que faziam menção à data na Internet. 


Nos dias 3 e 4 de junho de 1989, a China ordenou que as tropas abrissem fogo contra manifestantes que realizavam um ato pró-democracia havia meses, sob liderança estudantil. 





Ditadura socialista nunca revelou o número dos mortos
Ditadura socialista nunca revelou o número dos mortos

Centenas deles foram mortos. Fala-se entre 1.000 e 6.000, porém o governo jamais forneceu uma cifra confiável.


Os tanques do Exército Vermelho passaram por cima dos manifestantes pela democracia e pela paz.


No ano passado, o evento no Vitória Park, que vem se realizando desde 1989, reuniu 180 mil pessoas, um número recorde.