Nota do Blog: A propósito dessa mesma matéria, vários leitores enviaram comentários ao site Fratres in Unum. Abaixo, recolhemos alguns comentários mais concludentes.
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A autodemolição do CVII já mostra
que o caminho é sem volta.
que o caminho é sem volta.
A Igreja Católica tende a sobreviver e crescer cada vez mais dentro das
comunidades eclesia dei, fora das estruturas “oficiais” do Vaticano.
comunidades eclesia dei, fora das estruturas “oficiais” do Vaticano.
Seminários modernos vazios ou ocupados por meia dúzia de homossexuais.
Seminários tradicionais lotados por verdadeiros fiéis instruídos e devotos.
O tempo mostrará o resultado.
1. Alcleir
[COMENTÁRIO DE UM LEITOR]
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1 em cada 4 padres deixa batina
para casar
para casar
Um levantamento do Vaticano
mostrou que, de 1964 (?) a 2004, 69 mil padres abandonaram a batina para se
casar e, desse total, 16% “se arrependeram da decisão” e requisitaram o retorno
ao sacerdócio.
mostrou que, de 1964 (?) a 2004, 69 mil padres abandonaram a batina para se
casar e, desse total, 16% “se arrependeram da decisão” e requisitaram o retorno
ao sacerdócio.
Igreja Católica tem queda recorde
e perde 465 fiéis por dia em uma década
e perde 465 fiéis por dia em uma década
- Alisson
Oliveira
[COMENTÁRIO DE UM LEITOR]
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“A Igreja nunca esteve tão bem”.
Ahã, tá!
Ahã, tá!
Eis aí, na fria estatística os frutos da nova evangelização e dos novos
métodos, eis aí a primavera pós-Concílio. Fizeram de tudo para se ter uma
Igreja de rosto jovem, e o que vemos é uma Igreja que só tem a incerteza das
dialéticas modernistas para oferecer e uma seriedade semelhante à dos
adolescentes da “Malhação”. Com isso se pensa que vida em Cristo e consagrada é
só um fim de semana animado que se ingressa “só pra curtir”. O catolicismo
sério e tradicional dá frutos, não precisa nem de invenção ou reforma só de
obediência e humildade a Cristo e à Fé de sempre.
métodos, eis aí a primavera pós-Concílio. Fizeram de tudo para se ter uma
Igreja de rosto jovem, e o que vemos é uma Igreja que só tem a incerteza das
dialéticas modernistas para oferecer e uma seriedade semelhante à dos
adolescentes da “Malhação”. Com isso se pensa que vida em Cristo e consagrada é
só um fim de semana animado que se ingressa “só pra curtir”. O catolicismo
sério e tradicional dá frutos, não precisa nem de invenção ou reforma só de
obediência e humildade a Cristo e à Fé de sempre.
- Guilima
[COMENTÁRIO DE UM LEITOR]
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‘Ouso dizer – a Igreja nunca
esteve tão bem como hoje’ – Oficial da cúria – mais de 3000 religiosos deixam a vida
consagrada a cada ano
esteve tão bem como hoje’ – Oficial da cúria – mais de 3000 religiosos deixam a vida
consagrada a cada ano
Por Catholic Culture | Tradução: Fratres in Unum.com – O Secretário da
Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida
Apostólica afirmou, em uma conferência em 29 de outubro, que mais de 3000
religiosos e religiosas deixam a vida consagrada a cada ano.
Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida
Apostólica afirmou, em uma conferência em 29 de outubro, que mais de 3000
religiosos e religiosas deixam a vida consagrada a cada ano.
No
discurso — cujo excerto foi publicado em L’Osservatore Romano –,
Dom José Rodríguez Carballo declarou que as estatísticas de sua Congregação,
bem como as da Congregação para o Clero, indicam que nos últimos 5 anos, 2624
religiosos deixaram a vida consagrada anualmente. Quando se leva em
consideração casos adicionais geridos pela Congregação para a Doutrina da Fé, o
número supera 3000.
discurso — cujo excerto foi publicado em L’Osservatore Romano –,
Dom José Rodríguez Carballo declarou que as estatísticas de sua Congregação,
bem como as da Congregação para o Clero, indicam que nos últimos 5 anos, 2624
religiosos deixaram a vida consagrada anualmente. Quando se leva em
consideração casos adicionais geridos pela Congregação para a Doutrina da Fé, o
número supera 3000.
O prelado, que governou a Ordem dos Frades Menores
de 2004 até a sua nomeação para a cúria em 2013, disse que a maioria dos casos
ocorre em uma “idade relativamente jovem”. As causas, afirmou, incluem a
“ausência de vida espiritual”, “a perda do sentido de comunidade” e a “perda de
sentido de pertença à Igreja” — uma perda manifestada na divergência em relação
ao ensinamento católico sobre “o sacerdócio feminino e a moralidade sexual”.
de 2004 até a sua nomeação para a cúria em 2013, disse que a maioria dos casos
ocorre em uma “idade relativamente jovem”. As causas, afirmou, incluem a
“ausência de vida espiritual”, “a perda do sentido de comunidade” e a “perda de
sentido de pertença à Igreja” — uma perda manifestada na divergência em relação
ao ensinamento católico sobre “o sacerdócio feminino e a moralidade sexual”.
Outros casos incluem “problemas afetivos”,
inclusive relações heterossexuais que prosseguem em casamentos e relações
homossexuais, que são “mais claros em homens, mas também presentes, mais do que
se imagina, entre mulheres”.
inclusive relações heterossexuais que prosseguem em casamentos e relações
homossexuais, que são “mais claros em homens, mas também presentes, mais do que
se imagina, entre mulheres”.
O mundo, continua o prelado, passa por profundas
mudanças da modernidade à pós-modernidade — de pontos fixos de referência à
incerteza, dúvida e insegurança. Em um mundo voltado para o mercado, “tudo é
medido e avaliado conforme a utilidade e a lucratividade, inclusive pessoas”. É
“um mundo onde tudo é suave”, onde “não há lugar para sacrifício nem renúncia”.
mudanças da modernidade à pós-modernidade — de pontos fixos de referência à
incerteza, dúvida e insegurança. Em um mundo voltado para o mercado, “tudo é
medido e avaliado conforme a utilidade e a lucratividade, inclusive pessoas”. É
“um mundo onde tudo é suave”, onde “não há lugar para sacrifício nem renúncia”.
Em uma cultura de neo-individualismo e
subjetivismo, acrescentou, “o indivíduo é a medida de tudo”, e as pessoas se
sentem “únicas por excelência”. ”O homem moderno fala demais”, mas “não
pode comunicar com profundidade”.
subjetivismo, acrescentou, “o indivíduo é a medida de tudo”, e as pessoas se
sentem “únicas por excelência”. ”O homem moderno fala demais”, mas “não
pode comunicar com profundidade”.
A solução, disse, é uma atenção renovada à
centralidade do Deus Uno e Trino na vida religiosa, que, por sua vez, “traz
consigo o dom de si mesmo aos outros”. Deve haver uma clara ênfase na “natureza
radical do Evangelho”, e não no “número de membros ou na manutenção das obras”.
centralidade do Deus Uno e Trino na vida religiosa, que, por sua vez, “traz
consigo o dom de si mesmo aos outros”. Deve haver uma clara ênfase na “natureza
radical do Evangelho”, e não no “número de membros ou na manutenção das obras”.
