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COMO SE CHEGA A UM CULTO SATÂNICO?


DESTAQUE



A página da festa satânica classifica o evento como perfomático. “As x*** já sangram biologicamente, isso não nos basta, nós queremos fazê-la sangrar socialmente. As x***  são satânicas porque elas precisam ser des-santificadas, o diabo precisa deixar de ser demonizado e o mundo precisa ser menos homogêneo”diz parte de um  manifesto na página publicado no  perfil Jokasta Bom Peixoto.  


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Uma manifestante que
tomou parte no ato blasfemo, feito na JMJ, em 2013, foi reconhecida (pela
tatuagem) como estando presente neste culto satânico, realizado na Universidade
Federal Fluminense, em Rio das Ostras. 







Raphael de la Trinité
A Revolução é
progressiva. O fim último é precisamente o satanismo.
Todo discurso
revolucionário foi concebido com base no mito da valorização da dignidade
humana. A IDEIA DE UMA RELIGIÃO A SERVIÇO DO HOMEM não corresponde a nenhuma
inovação. Desde a Renascença, passando pela Declaração dos Direitos Humanos,
feita pela Revolução Francesa, até o lema “Proletários do mundo, uni-vos”, da
Revolução comunista de 1917, o que se apregoa como dogma inviolável? O homem
deve ser a medida e o centro de todas as coisas. 
Que afirmam os
detratores da Fé?
A Idade Média, por
ser teocêntrica, desbancava o homem da preeminência que lhe é devida. É preciso
desistir da busca de uma felicidade eterna. O que vale é ter uma vida longa e
feliz. Para isso, existe o progresso técnico-científico. Este, aos poucos, fará
da terra um paraíso cheio de gozos, em que a ideia de morte ficará sempre mais
posta de lado, pois, em graus sucessivos, tudo caminhará para ser tecnicamente
delicioso. E poderemos fruir, a cada instante, de um prazer novo e embriagante.
Vocês, católicos,
servem apenas para reviver na memória as masmorras da Inquisição, os preceitos
morais e a disciplina dos costumes. Ora, isso é amargo e azedo. Nós, não!
Arautos do gozo e do prazer, sepultaremos todo “preconceito’ moral” e
religioso nas catacumbas da história e construiremos o novo mundo, que é do
“é proibido proibir”. 
Ninguém mais se
sentirá coagido a fazer o que não quer, e cada qual poderá seguir todos os seus
impulsos e instintos. Será a revolução da psicanálise, de Jung, de Freud.
Ninguém impedirá o outro de ser feliz, e ninguém fará o outro sofrer. Essa é a
propaganda mentirosa da Revolução.
A verdade se acha
nos antípodas disso.
O homem é
contingente: pode ou não existir. NÃO ESTÁ EM SEU PODER DETERMINAR SE E QUANDO
PODERÁ EXISTIR. Ou somos escravos de Deus, ou somos escravos de algo tenebroso
que carregamos dentro de nós: o impulso, produzido por nossos instintos
desordenados, para o erro e para o mal, em consequência do pecado de Adão e
Eva. Por isso, quando o homem estabelece como meta exclusiva e absoluta da existência
GOZAR TUDO, JÁ E PARA SEMPRE, o que sucede?
O próprio mecanismo
do gozo e do deleite se exaure com rapidez — verifica-se um processo de
saturação. O próprio gozo, com o decorrer do tempo, perde o seu visco primeiro
e, desesperado, por não mais sentir prazer no prazer, o homem começa a buscar
prazer na dor. Provém daí a busca delirante do SADOMASOQUISMO. 
Sempre existiram
pessoas torpes e enfermas que procuram prazer na dor. Alguns, movidos
pela desvairada esperança de sentirem com isso um ‘prazer’ diferente, remuneram
pessoas que se encarregam de aplicar-lhe surras. Todavia, esse horror era um
fenômeno marginal, próprio a alguns viciados, algo completamente à margem da
vida social corrente.
Agora, vira-se a
página: enquanto a liberdade legítima, de variadas formas, é tolhido —
cerceiam-se não sei quantas manifestações do bem e da verdade, em nome do
‘politicamente correto’ e do ‘anti-fundamentalismo’ —, diversas formas de
aberrações gritantes (que começaram pelo rock e só podem desfechar na consagração
ritualística ao demônio) encontram guarida e “justificativa”. Como
efeito, em nome de que princípio coibir o satanismo, se, hoje, impõe-se, como
dogma, a liberdade ‘religiosa’ completa para todos? E os que desejam cultuar o
maligno, fazendo sacrifícios rituais? Em nome de que princípio, se lhes poderá
impedir essa prática hedionda?
O homem que cultua a
si mesmo, que se endeusa como valor supremo, só pode caminhar para a sua
autodestruição, pois ninguém tem a razão de ser em si mesmo. 
Fastio e náusea pelo
gozo: consequência inevitável de quem vive fugindo de todo e qualquer
sacrifício, de toda e qualquer renúncia.
Cada um de nós traz
em seu interior uma capacidade de lutar, de sofrer, de se refrear, de buscar o
melhor, mesmo à custa de renúncia a prazeres menores. Essa apetência jamais nos
abandona. Se não damos vazão a essa apetência profunda, ficamos com uma espécie
de “sobra” interna, e isso, que “não gastamos”, a energia legítima (capacidade
de consumir as próprias forças) que não dispendemos, atormenta-nos mais do que
qualquer tormento. Resultado: fugindo da dor, mesmo quando é inviável
enfrentá-la de rijo, o homem buscará OUTRAS FORMAS DE DOR, para substituir as
dores legítimas, que, com furor e revolta, recusou anteriormente. 
Assim as pessoas se
escravizam ao demônio — experimentando, já na terra, formas de tormento que
prenunciam a desgraça eterna. Ao se insurgirem contra a realidade de que a
terra é um vale de lágrimas,  transformam a própria vida num abismo de
tormentos. Nessa busca dos prazeres mundanos tanto se afastaram de Nosso
Senhor, que agora são escravas do demônio.
O mundo
contemporâneo ruma nessa direção, em suas múltiplas facetas. É o que
invariavelmente acontece: o demônio nunca dá o que promete. Aquilo que promete,
ele tira — ou dá em condições tais, que a pessoa não aproveita.
“Ele era homicida desde o
princípio e não permaneceu na verdade, porque a verdade não está nele. Quando
diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira”
(São João VII, 44).
Quando promete
prazer, o que se recebe é a dor. Haja vista o que se passa com a
impureza, por exemplo. O demônio (ou o mundo, isto é, as más companhias; ou a
carne, isto é, aquele que se entrega aos seus baixos instintos) alicia a
pessoa cochichando-lhe ao ouvido: “convido-o a uma forma de gozo que será
superior a tudo quanto possa imaginar (como terá sido o pecado de Adão e Eva?);
bobo será você, caso, deixe de experimentar o que lhe é sugerido, só por medo
do (quimérico) inferno; Deus não quer que você tenha esse gozo, porque não quer
vê-lo feliz. Feche os olhos e aproveite tudo quanto puder”. 
Contudo, ao
pecar, a pessoa percebe de imediato que aquilo que sentiu está
bem longe de ser algo que o deixe submerso em felicidade. Bem ao contrário. E,
ao perceber que não obtém uma felicidade real, a pessoa se afunda mais ainda,
procurando outras formas de pretenso deleite.  O indivíduo sente logo que
foi movido a fazer algo que no fundo não quereria fazer, pois, no bojo do
prazer momentâneo e fugaz, permanece o gosto amargo da certeza de que não é
para aquilo que existimos. Em suma, que a vitalidade
de nossa natureza está sendo consumida por uma ilusão enganosa, por
uma solicitação traiçoeira e pegajosa. Uma vez sob a excitação, quando a pessoa
se percebe lograda, ocorre, muitas vezes, que, longe de reconhecer o erro,
procure algo ainda pior  (ecoa, então, em seu íntimo, a voz do maligno —
ou o mundo, isto é, as más companhias, ou a carne, a bem dizer, a voz
cavilosa  de nossos baixos instintos): “bobo, o prazer que lhe preparo
agora será muito maior; o que irá sentir nesse instante compensa tudo quanto
sofreu antes; só provando para ver; não perca a ocasião; entregue mais a
própria inteligência e a própria vontade ao mal, que o gozo vem por inteiro,
pois desse modo o remorso passa”.
Numa palavra, qual é
o engodo em questão? O convite a capitular ainda mais diante da solicitação ao
pecado, induzido pela fantasmagoria de que a “vítima” acabará sentindo “aquele
gozo” pelo qual ansiava….
Assim, de queda em
queda, a pessoa rola em direção ao abismo. A cada vez, o prazer causa menos
deleite, embora a pessoa fique sempre mais “dependente” daquilo
que a aflige. Nesse ponto, se não RECORRER HUMILDEMENTE À INTERCESSÃO
DE NOSSA SENHORA, como que se acha manietado pelas amarras do vício. A
inteligência fica obnubilada e a vontade perde toda fibra para resistir. 
Um belo dia, os
extremos inimagináveis: venha machucar-me um pouco, para ver se isso me
dá prazer!
Disso (a bem
dizer, de algo indizivelmente mais horrendo) dá testemunho uma notícia
recente, provinda  da Europa: dois homens estavam à busca de um
gozo “diferente”. Um deles vai à mesa de cirurgia e manda cortar um bife
de suas carnes. Fecha-se a ferida, que cicatriza. Então, reúnem-se os
dois ‘amigos’ que, numa espécie de reunião místico-satânica (algo que faz
pensar nunca caricatura infame da Santíssima Eucaristia), almoçam
juntos esse mesmo pedaço de carne, compartilhado a dois. Desse modo,
serão dois em um… Depois, invertem-se os papeis: o outro faz o mesmo em
relação ao primeiro. Esse é o fundo satânico inviscerado, tantas vezes, na
prática homossexual.
Qual o princípio que
está por trás dessa degringolada colossal?
O homem é feito para
doar-se — dar, dar de si, dar tudo. Fomos criados para dar tudo a Deus, pois
tudo a Deus pertence. Quando o homem quer viver só para si, acaba por se doar
ao demônio. Não raro, mediante essas cerimônias fétidas e escabrosas, que são o
símbolo da adesão inteira ao diabo. A decadente civilização atual, de vários
pontos de vista, equivale a um grande banquete orgiástico, em que as pessoas se
matam e entredevoram, em todos os sentidos. Expressões corriqueiras desse
pendor satânico constituem o ódio gratuito pelo próximo, o desejo de matar sem
sentido, bem como o de se ferir sem nenhuma razão concebível.
De fato, porém, nas
profundezas inomináveis desses abismos, concretiza-se aquilo que só pode ser
inspirado por alguém que odeia a criação e, portanto, deseja a ruína de todo
ser humano: Satanás. À maneira dos que se entregaram ao sadomasoquismo
ritualístico (retratado com todas as letras na notícia abaixo, referente ao
culto satânico desenrolado numa universidade), quantos não haverá que, mundo
afora, embrenham-
se em abominações semelhantes?



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Festa em Campus
Universitário mistura satanismo, feminismo, drogas e orgias


Nota do Blogue: Por respeito e por amor à Santa Igreja, a Nosso Senhor Jesus Cristo e a Nossa Senhora, vimo-nos na contingência de publicar essa notícia. De nossa parte, significa um ato de repulsa e reparação. Intentamos fazer ver aos católicos quais formas de paroxismo atingiu o processo revolucionário, desfechando no mais aberto satanismo. Tanto quanto possível, tivemos em vista fazer uso das precauções ditadas pelas normas da moral católica, no sentido de resguardar o decoro na exposição das lúbricas imagens.
As imagens são chocantes. Alunos da Universidade Federal Fluminense (UFF) realizaram uma festa satânica, nesta quinta-feira, 28, na unidade de Rio das Ostras, RJ, com presença de um crânio humano, rituais satânicos, orgias sexuais, drogas e palavras de ordens ligadas ao feminismo.
Jovem corta a outra em ritual satânico.
O encontro diabólico chamado ” X****Satânica ” é apresentado no Facebook como “Festa de confraternização do Seminário Corpo e Resistência e – 2° Seminário de INVESTIGAÇÃO & CRIAÇÃO do Grupo de Pesquisas/CNPq Cultura e Cidade Contemporânea e bláblábláblá...”.


As cenas que mais parecem extraídas de um filme de terror mostram mulheres nuas, cortando uma às outras como prescrevem os rituais satânicos e com muita bebida e droga no entorno.
O Portal G1 (Região dos Lagos) traz a denúncia de um aluno que preferiu não se identificar pedindo uma intervenção naquela Universidade. “A festa ocorreu ao lado do prédio novo chamado multiuso. O diretor do pólo permitiu o armazenamento de bebidas dentro da universidade. O uso de drogas é praticamente liberado. Precisamos de uma intervenção urgente”, disse.
A página da festa satânica classifica o evento de performático. “As x*** já sangram biologicamente, isso não nos basta, nós queremos fazê-la sangrar socialmente. As x*** são satânicas porque elas precisam ser des-santificadas, o diabo precisa deixar de ser demonizado e o mundo precisa ser menos homogêneo”, diz parte de um  manifesto na página publicado no  perfil Jokasta Bom Peixoto. 


No blog Faca na Caveira, um dos primeiros a publicar notícia sobre a insolência, traz o depoimento de uma pessoa que se identificou na rede social como professora visitante da UERJ. Na colocação a professora agradece à organizadora da festa (imagem abaixo) e considera o evento apenas como “um acontecimento estético”.



Alguns alunos fotografaram o evento e vazaram as fotos na internet. As cenas são absurdamente chocantes. Em uma delas universitários costuram o órgão genital de uma mulher visivelmente dopada. Na imagem seguinte ela aparece sagrando. Nos comentários fica evidente o discurso feminino que versa sobre a mulher como dona do próprio corpo.
A Reitoria da Universidade anunciou nesta sexta-feira que abrirá sindicância urgente para investigar o uso de drogas e álcool nas dependências do campus. O Ministério Público também foi acionado. 
Abaixo imagens do encontro satânico. Avisamos ao leitor que são imagens  chocantes.