DESTAQUE
O Papa Francisco ao declarar que as pessoas devem ter
“a liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira”,
rasgou a Sagrada Escritura, a Palavra de DEUS e a jogou no lixo.
“a liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira”,
rasgou a Sagrada Escritura, a Palavra de DEUS e a jogou no lixo.
‘(…)
Quem conhece o islamismo sabe que esta é uma religião de paz. Para trazer
informações e esclarecimentos sobre o Islã, dentro da perspectiva do diálogo
inter-religioso, o Centro Loyola de Fé e Cultura promove a palestra
Demistificando o Islã, com SamiArmedIsbelle, Diretor do Departamento
Educacional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, no sábado, 7
de março, das 15h às 17h. O encontro será no auditório 2 do Edifício João Paulo
II, na rua Benjamin Constant, na Glória (…)’.
Quem conhece o islamismo sabe que esta é uma religião de paz. Para trazer
informações e esclarecimentos sobre o Islã, dentro da perspectiva do diálogo
inter-religioso, o Centro Loyola de Fé e Cultura promove a palestra
Demistificando o Islã, com SamiArmedIsbelle, Diretor do Departamento
Educacional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, no sábado, 7
de março, das 15h às 17h. O encontro será no auditório 2 do Edifício João Paulo
II, na rua Benjamin Constant, na Glória (…)’.
*** * ***
Fonte: Infiel Atento
Por
José Atento
José Atento
É interessante que um dia depois de
escrever sobre o Crislão, eu me deparo com esta notícia vinda de uma
organização ligada aos Jesuítas, permitindo uma propaganda das mais mentirosas
sobre o islamismo: uma palestra para “desmistificar o islão” (ou
seja, esconder o verdadeiro islão), e um “curso sobre o Jesus
islâmico” (ou seja, alterar a história para satisfazer a narrativa
islâmica e ludibriar os cristãos).
escrever sobre o Crislão, eu me deparo com esta notícia vinda de uma
organização ligada aos Jesuítas, permitindo uma propaganda das mais mentirosas
sobre o islamismo: uma palestra para “desmistificar o islão” (ou
seja, esconder o verdadeiro islão), e um “curso sobre o Jesus
islâmico” (ou seja, alterar a história para satisfazer a narrativa
islâmica e ludibriar os cristãos).
DENUNCIEM!!!
Santo Inácio de Loyola, o fundador dos Jesuítas, deve
estar se contorcendo no seu túmulo! A Ordem de Jesus, cujos membros são
conhecidos como Jesuítas, foi fundada para ser uma ordem militante. Ela foi
fundada dentro da Contra-Reforma Católica (motivo pelo qual alguns protestantes
não gostam dela), e tem como missão o trabalho missionário, hospitalar e
educacional. Trabalho missionário é para propagar o Evangelho, não é para
promover o islão!
estar se contorcendo no seu túmulo! A Ordem de Jesus, cujos membros são
conhecidos como Jesuítas, foi fundada para ser uma ordem militante. Ela foi
fundada dentro da Contra-Reforma Católica (motivo pelo qual alguns protestantes
não gostam dela), e tem como missão o trabalho missionário, hospitalar e
educacional. Trabalho missionário é para propagar o Evangelho, não é para
promover o islão!
Vejam o e-mail que me foi repassado.
Em Segunda-feira, 9
de Fevereiro de 2015 16:23, Centro Loyola / PUC-Rio cloyola@puc-rio.br
escreveu:
de Fevereiro de 2015 16:23, Centro Loyola / PUC-Rio cloyola@puc-rio.br
escreveu:
Em março, o Centro
Loyola de Fé e Cultura promove uma palestra e um curso que visam esclarecer
alguns pontos sobre o Islã. A proposta é ajudar a compreender a religião
islâmica e promover o diálogo inter-religioso. Confira a programação:
Loyola de Fé e Cultura promove uma palestra e um curso que visam esclarecer
alguns pontos sobre o Islã. A proposta é ajudar a compreender a religião
islâmica e promover o diálogo inter-religioso. Confira a programação:
Palestra
Desmistificando o Islã
Desmistificando o Islã
Em janeiro, dois
atentados terroristas ocorridos na sede do Jornal Charlie Hebdo e em um mercado
judeu, em Paris, chamaram a atenção do mundo. As ações deixaram 17 mortos e um
enorme preconceito contra o Islã, uma vez que a religião foi usada como
justificativa para os ataques. No entanto, quem conhece o islamismo sabe que
esta é uma religião de paz. Para trazer informações e esclarecimentos sobre o
Islã, dentro da perspectiva do diálogo inter-religioso, o Centro Loyola de Fé e
Cultura promove a palestra Demistificando o Islã, com SamiArmedIsbelle, Diretor
do Departamento Educacional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de
Janeiro, no sábado, 7 de março, das 15h às 17h. O encontro será no auditório 2
do Edifício João Paulo II, na rua Benjamin Constant, na Glória. O investimento
é de R$ 20 e será conferido certificado aos participantes. As inscrições podem
ser feitas pelo e-mail: sculturaloyola@puc-rio.br.
atentados terroristas ocorridos na sede do Jornal Charlie Hebdo e em um mercado
judeu, em Paris, chamaram a atenção do mundo. As ações deixaram 17 mortos e um
enorme preconceito contra o Islã, uma vez que a religião foi usada como
justificativa para os ataques. No entanto, quem conhece o islamismo sabe que
esta é uma religião de paz. Para trazer informações e esclarecimentos sobre o
Islã, dentro da perspectiva do diálogo inter-religioso, o Centro Loyola de Fé e
Cultura promove a palestra Demistificando o Islã, com SamiArmedIsbelle, Diretor
do Departamento Educacional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de
Janeiro, no sábado, 7 de março, das 15h às 17h. O encontro será no auditório 2
do Edifício João Paulo II, na rua Benjamin Constant, na Glória. O investimento
é de R$ 20 e será conferido certificado aos participantes. As inscrições podem
ser feitas pelo e-mail: sculturaloyola@puc-rio.br.
Curso Jesus de Nazaré no Islã
Personagem central
nas religiões cristãs, Jesus de Nazaré aparece também na tradição islâmica. No
entanto, em lugar de ser Deus ou o Filho de Deus, o Islã apresenta Jesus como
um profeta. Entre os dias 12 e 26 de março, sempre às quintas-feiras, das 19h
às 21h, o Centro Loyola promove o curso Jesus de Nazaré no Islã, com o
professor e historiador Alfredo Cruz. Nas aulas será feita uma apresentação de
como Jesus é representado no Islã, as fontes dessa imagem e seu papel no
processo inicial de interação entre cristãos e muçulmanos ao fim do século I
[SIC! SIC! SIC!]. As aulas são voltadas para estudantes de história, teologia,
relações internacionais e demais interessados pelo tema. O investimento é de R$
110, para uma carga horária total de seis horas, com certificado para quem
comparecer a 75% das aulas. O curso será na rua Bambina, 115, em Botafogo.
Inscrições: scursosloyola@puc-rio.br.
nas religiões cristãs, Jesus de Nazaré aparece também na tradição islâmica. No
entanto, em lugar de ser Deus ou o Filho de Deus, o Islã apresenta Jesus como
um profeta. Entre os dias 12 e 26 de março, sempre às quintas-feiras, das 19h
às 21h, o Centro Loyola promove o curso Jesus de Nazaré no Islã, com o
professor e historiador Alfredo Cruz. Nas aulas será feita uma apresentação de
como Jesus é representado no Islã, as fontes dessa imagem e seu papel no
processo inicial de interação entre cristãos e muçulmanos ao fim do século I
[SIC! SIC! SIC!]. As aulas são voltadas para estudantes de história, teologia,
relações internacionais e demais interessados pelo tema. O investimento é de R$
110, para uma carga horária total de seis horas, com certificado para quem
comparecer a 75% das aulas. O curso será na rua Bambina, 115, em Botafogo.
Inscrições: scursosloyola@puc-rio.br.
Agora, vamos apresentar alguns comentários.
Deve estar claro para aqueles que têm acompanhado este blog que
o “diálogo inter-religioso” é uma avenida de mão-única, onde a
mensagem sai do islão na direção do cristianismo, e nunca o contrário. E vemos
isso aqui novamente, sob o pretexto de se promover o diálogo inter-religioso,
abrem-se as portas para que seja apresentada uma versão higienizada do islão.
Abrem-se as portas para a dawa, a pregação islâmica. E considerando o princípio
teológico islâmico da taqiyya, pode-se esperar tudo, menos a verdade.
o “diálogo inter-religioso” é uma avenida de mão-única, onde a
mensagem sai do islão na direção do cristianismo, e nunca o contrário. E vemos
isso aqui novamente, sob o pretexto de se promover o diálogo inter-religioso,
abrem-se as portas para que seja apresentada uma versão higienizada do islão.
Abrem-se as portas para a dawa, a pregação islâmica. E considerando o princípio
teológico islâmico da taqiyya, pode-se esperar tudo, menos a verdade.
Palestra. “Quem conhece o islamismo sabe que esta é uma
religião da paz”. Desculpe, mas é exatamente o contrário. O islão
preconiza que somente existirá paz quando o mundo todo for islâmico, ou seja,
governado pela lei islâmica Sharia. Até lá, a Jihad prevalece. O islão foi
espalhado pela espada. Foi isso que Maomé fez. Foi isso o que os seus
companheiros diretos fizeram, e os califas e sultões que os sucederam, ao longo
dos séculos, até o colapso do Império Otomano, no começo do século passado.
Foram 1400 anos de Jihad sem parar, com um número estimado de 270 milhões de
vítimas, e o consequente aniquilamento do cristianismo no Oriente Médio, Norte
da África e Anatólia (atual Turquia) (bem como o aniquilamento do Budismo no
Afeganistão, do Hinduísmo no Paquistão, do Zoroastrianismo no Irã, e das
crenças animistas em boa parte da África e Ásia Central). E hoje é sonho de
todo muçulmano a re-edição do Califado. Essa é a verdade histórica, mas eu
duvido que um muçulmano vá discutir isso. Ele irá negar e por a culpa nos
outros, pois este é o seu dever, como manda o Alcorão.
religião da paz”. Desculpe, mas é exatamente o contrário. O islão
preconiza que somente existirá paz quando o mundo todo for islâmico, ou seja,
governado pela lei islâmica Sharia. Até lá, a Jihad prevalece. O islão foi
espalhado pela espada. Foi isso que Maomé fez. Foi isso o que os seus
companheiros diretos fizeram, e os califas e sultões que os sucederam, ao longo
dos séculos, até o colapso do Império Otomano, no começo do século passado.
Foram 1400 anos de Jihad sem parar, com um número estimado de 270 milhões de
vítimas, e o consequente aniquilamento do cristianismo no Oriente Médio, Norte
da África e Anatólia (atual Turquia) (bem como o aniquilamento do Budismo no
Afeganistão, do Hinduísmo no Paquistão, do Zoroastrianismo no Irã, e das
crenças animistas em boa parte da África e Ásia Central). E hoje é sonho de
todo muçulmano a re-edição do Califado. Essa é a verdade histórica, mas eu
duvido que um muçulmano vá discutir isso. Ele irá negar e por a culpa nos
outros, pois este é o seu dever, como manda o Alcorão.
Curso sobre Jesus no Islão. “O papel de Jesus no processo
inicial de interação entre cristãos e muçulmanos ao fim do século I.” Em
primeiro lugar, o islão foi criado no século VII, logo ele não existia no
século I. Em segundo lugar, o Alcorão nega a divindade de Jesus Cristo, o que
cria uma barreira intransponível entre o islão e o cristianismo. Para o islão,
dizer que Jesus é Deus é uma blasfêmia contra o islão (ou seja, morte)! De modo
que a interação sempre foi precária, e os cristãos (e demais não-muçulmanos)
sempre estiveram do lado mais fraco desta interação. Este fato pode ser
contemplado pelo Pacto de Umar, que estabelece as condições de cidadão de
segunda categoria às quais cristãos e judeus foram submetidos (dhimitude). E
estão submetidos até hoje. Estas atividades vão discutir casos como o de
AsiaBibi, a paquistanesa cristã presa e condenada à morte por ter bebido água
da mesma fonte que as suas colegas de trabalho muçulmanas?
inicial de interação entre cristãos e muçulmanos ao fim do século I.” Em
primeiro lugar, o islão foi criado no século VII, logo ele não existia no
século I. Em segundo lugar, o Alcorão nega a divindade de Jesus Cristo, o que
cria uma barreira intransponível entre o islão e o cristianismo. Para o islão,
dizer que Jesus é Deus é uma blasfêmia contra o islão (ou seja, morte)! De modo
que a interação sempre foi precária, e os cristãos (e demais não-muçulmanos)
sempre estiveram do lado mais fraco desta interação. Este fato pode ser
contemplado pelo Pacto de Umar, que estabelece as condições de cidadão de
segunda categoria às quais cristãos e judeus foram submetidos (dhimitude). E
estão submetidos até hoje. Estas atividades vão discutir casos como o de
AsiaBibi, a paquistanesa cristã presa e condenada à morte por ter bebido água
da mesma fonte que as suas colegas de trabalho muçulmanas?
Agora, vejam uma coisa. O público alvo deste curso: estudantes
de história, teologia, relações internacionais. Ou seja, o público alvo são os
futuros formadores de opinião, futuros líderes religiosos cristãos e futuros
líderes internacionais, sendo treinados a serem robôs, todos regurgitando uma
visão apologética do islamismo e sem capacidade de análise crítica.
de história, teologia, relações internacionais. Ou seja, o público alvo são os
futuros formadores de opinião, futuros líderes religiosos cristãos e futuros
líderes internacionais, sendo treinados a serem robôs, todos regurgitando uma
visão apologética do islamismo e sem capacidade de análise crítica.
E, para finalizar, vejam que o conferencista trabalha na
Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro. Quando nos é dito
“sociedade beneficiente” pensamos logo em hospital, casa de saúde, ou
algum tipo de serviço de assistência à comunidade em geral, não é mesmo? Por
exemplo, a Sociedade Brasileira Israelita é um hospital, assim como a Sociedade
Beneficente São Camilo. Mas com o islão, os significados são diferentes. A
Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro é um centro de divulgação do
islão associado a Mesquita da Luz, na Tijuca (aquela mesma que tinha um
simpatizante do Estado Islâmico, flagrado por uma reportagem da CNN). Ou seja,
é uma sociedade beneficiente para praticar a dawa. Tudo no islão se concentra
na sua propagação, cuja meta final é a implantação da Sharia.
Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro. Quando nos é dito
“sociedade beneficiente” pensamos logo em hospital, casa de saúde, ou
algum tipo de serviço de assistência à comunidade em geral, não é mesmo? Por
exemplo, a Sociedade Brasileira Israelita é um hospital, assim como a Sociedade
Beneficente São Camilo. Mas com o islão, os significados são diferentes. A
Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro é um centro de divulgação do
islão associado a Mesquita da Luz, na Tijuca (aquela mesma que tinha um
simpatizante do Estado Islâmico, flagrado por uma reportagem da CNN). Ou seja,
é uma sociedade beneficiente para praticar a dawa. Tudo no islão se concentra
na sua propagação, cuja meta final é a implantação da Sharia.
Bem, fica então o registro. Eu vou me manifestar, alertando
sobre o erro que eles estão cometendo, pedindo o cancelamento destas
atividades, e sugerindo que eles promovam atividades que discutam, por exemplo,
a perseguição aos cristãos, e outras minorias, pelo islamismo.
sobre o erro que eles estão cometendo, pedindo o cancelamento destas
atividades, e sugerindo que eles promovam atividades que discutam, por exemplo,
a perseguição aos cristãos, e outras minorias, pelo islamismo.
Centro Loyola Rio de Janeiro
Estrada da Gávea, 1 – Gávea
Rio de Janeiro-RJ
Estrada da Gávea, 1 – Gávea
Rio de Janeiro-RJ
Tel: (21) 3527-2010
E-mail: scursosloyola@puc-rio.br
E-mail: scursosloyola@puc-rio.br
Website: http://www.clfc.puc-rio.br
==============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Por DilsonKutscher
VAMOS LEMBRAR NOVAMENTE O SEGUINTE…
O Islamismo afirma que Jesus não era Deus, porém, contrapondo essa
afirmação do islamismo, a Bíblia diz que Jesus, Filho do Altíssimo, possui a
mesma essência de Deus.
afirmação do islamismo, a Bíblia diz que Jesus, Filho do Altíssimo, possui a
mesma essência de Deus.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com
Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1,1)
Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1,1)
“Jesus
disse: Eu e o Pai somos um.” (João 10, 30)
disse: Eu e o Pai somos um.” (João 10, 30)
Francisco, que é jesuita, declarou recentemente aos muçulmanos: “As pessoas devem ter “a
liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira” (CNS News noticias)
liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira” (CNS News noticias)
O Papa Francisco ao declarar que as pessoas devem ter
“a liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira”,
rasgou a Sagrada Escritura, a Palavra de DEUS e a jogou no lixo.
“a liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira”,
rasgou a Sagrada Escritura, a Palavra de DEUS e a jogou no lixo.
Liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira é em
outras palavras, a liberdade de escolher o Caminho que leva a DEUS, então…
outras palavras, a liberdade de escolher o Caminho que leva a DEUS, então…
Diz na Sagrada Escritura:
“Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como
podemos conhecer o caminho?
podemos conhecer o caminho?
Jesus lhe respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem
ao Pai senão por mim.
Se me conhecêsseis, também certamente conheceríeis meu Pai; desde agora
já o conheceis, pois o tendes visto”. (São João, 14, 5-7)
Cristãos e muçulmanos não têm o mesmo conhecimento de Deus, porque
eles não estão ligados à mesma Revelação, não ouvem a mesma Palavra. Contentar-se
em afirmar que Deus existe e que Ele é único..é no que se resume o conhecimento
muçulmano de Deus. O “Deus” do Alcorão é um ser solitário, enquanto o
Deus do cristianismo é um ser de relação: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Três Pessoas tão ligadas entre Si, que são, conjuntamente e cada uma, o único e
mesmo Ser Divino.
eles não estão ligados à mesma Revelação, não ouvem a mesma Palavra. Contentar-se
em afirmar que Deus existe e que Ele é único..é no que se resume o conhecimento
muçulmano de Deus. O “Deus” do Alcorão é um ser solitário, enquanto o
Deus do cristianismo é um ser de relação: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Três Pessoas tão ligadas entre Si, que são, conjuntamente e cada uma, o único e
mesmo Ser Divino.
Prova também de que os muçulmanos e cristãos não têm o mesmo Deus
é que os cristãos adoram Jesus Cristo como verdadeiro Deus, o que para os
muçulmanos é idolatria.
é que os cristãos adoram Jesus Cristo como verdadeiro Deus, o que para os
muçulmanos é idolatria.
Para os muçulmanos, é contrário à dignidade de Deus que Ele se
faça homem, o que implica que Deus deveria ter vergonha de sua criação!
faça homem, o que implica que Deus deveria ter vergonha de sua criação!
As divergências são tais que se pode definir o Islã como não sendo
outra coisa senão a negação do cristianismo, a ponto de o Islã afirmar que toda
a sua glória consiste em restabelecer a religião pura e original falsificada
pelos cristãos.
outra coisa senão a negação do cristianismo, a ponto de o Islã afirmar que toda
a sua glória consiste em restabelecer a religião pura e original falsificada
pelos cristãos.
De fato, o islamismo nega não somente a Trindade, mas também a
divindade de Jesus, sua morte e sua ressurreição e, portanto, a Redenção.
divindade de Jesus, sua morte e sua ressurreição e, portanto, a Redenção.
DIZ O ALCORÃO…(que é um livro de paz…claro)
“Sim, aqueles que dizem: ‘Deus é o terceiro de três são ímpios (…)
Se não renunciarem ao que dizem, um terrível castigo cairá sobre eles” (V, 73).
Se não renunciarem ao que dizem, um terrível castigo cairá sobre eles” (V, 73).
“Sim, aqueles que dizem ‘Deus é o Messias, filho de Maria’, são
ímpios” (V, 72).(referindo-se a Jesus)
ímpios” (V, 72).(referindo-se a Jesus)
“Combatei contra aqueles que não acreditam em Alá, que julgam
lícito aquilo que Alá e seu profeta declararam ilícito, assim como contra
aqueles dos povos do Livro’ que não praticam a religião verdadeira, até que
paguem o tributo, humilhados e com suas próprias mãos” (IX, 29).
lícito aquilo que Alá e seu profeta declararam ilícito, assim como contra
aqueles dos povos do Livro’ que não praticam a religião verdadeira, até que
paguem o tributo, humilhados e com suas próprias mãos” (IX, 29).
“Combatei-os (…) até que não exista outra religião senão a de Alá”
(VIII, 39).
(VIII, 39).
ENTÃO SOBRE OS JESUITAS PROMOVEREM O ISLAMISMO…
Disse Nossa Senhora do Bom Sucesso, no ano de 1594, ao tratar da
propagação das heresias no Fim dos Tempos: “Tempos funestos sobrevirão, nos quais
aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor
servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o
que estes quiserem” (II, 98).
propagação das heresias no Fim dos Tempos: “Tempos funestos sobrevirão, nos quais
aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor
servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o
que estes quiserem” (II, 98).
Fonte: Rainha Maria
*** * ***
Crislão = Cristianismo + Islão … um estratagema para
enganar idiotas
enganar idiotas
Fonte: Infiel Atento
José Atento
Para alcançar o objetivo final de
implementar a lei islâmica (Sharia) e fazer o islão soberano em todos os níveis
(políticos, econômicos, culturais e religiosos), os mamometanos mais fervorosos
usam de qualquer artifício possível (inclusive mentir – ler em Taqiyya), seja pacífico ou violento, seja
lento e gradual ou rápido. Eles sabem que ao se tornarem uma minoria
significante eles já podem exigir privilégios, e que, quando maioria, podem
impor a Sharia.
implementar a lei islâmica (Sharia) e fazer o islão soberano em todos os níveis
(políticos, econômicos, culturais e religiosos), os mamometanos mais fervorosos
usam de qualquer artifício possível (inclusive mentir – ler em Taqiyya), seja pacífico ou violento, seja
lento e gradual ou rápido. Eles sabem que ao se tornarem uma minoria
significante eles já podem exigir privilégios, e que, quando maioria, podem
impor a Sharia.
A taquia oferece uma flexibilidade de
ação (os meios justificam os fins) que permite distorcer a mensagem para
satisfazer a necessidade do momento. Um exemplo disso é o Crislão,
um engodo que torna Jesus como um caminho para Maomé. Ou seja, o Crislão é mais
um tentativa de se arregimentar mais pessoas para a causa islâmica,
recrutando-as entre os cristãos.
ação (os meios justificam os fins) que permite distorcer a mensagem para
satisfazer a necessidade do momento. Um exemplo disso é o Crislão,
um engodo que torna Jesus como um caminho para Maomé. Ou seja, o Crislão é mais
um tentativa de se arregimentar mais pessoas para a causa islâmica,
recrutando-as entre os cristãos.
O pior é que existem muitos pastores e
clérigos cristãos que endossam o Crislão, mesmo sem dizerem isso diretamente.
Alguns outros, contudo, adotaram o Crislão explicitamente.
clérigos cristãos que endossam o Crislão, mesmo sem dizerem isso diretamente.
Alguns outros, contudo, adotaram o Crislão explicitamente.
O Crislão não atinge as Mesquitas, e
nenhum muçulmano é exposto a ele, exceto como mais uma ferramenta para propagar
o islamismo.
nenhum muçulmano é exposto a ele, exceto como mais uma ferramenta para propagar
o islamismo.
Neste artigo, eu apresento o conceito
que permeia o Crislão, bem como discuto a sua forma de ação, direta e indireta,
e apresento sugestões de como combatê-lo.
que permeia o Crislão, bem como discuto a sua forma de ação, direta e indireta,
e apresento sugestões de como combatê-lo.
O que é o Crislão?
Crislão, Crislã, Crislamismo (ou Chrislam,
como usado em inglês) é uma forma de sincretismo religioso que se utiliza de
conceitos cristãos e islâmicos, e que é pautado sobre a premissa básica
de que ambas as religiões adoram o mesmo deus. Para satisfazer esta
premissa, as enormes diferenças existentes entre as duas religiões são
eliminadas.
como usado em inglês) é uma forma de sincretismo religioso que se utiliza de
conceitos cristãos e islâmicos, e que é pautado sobre a premissa básica
de que ambas as religiões adoram o mesmo deus. Para satisfazer esta
premissa, as enormes diferenças existentes entre as duas religiões são
eliminadas.
A principal diferença que o Crislão elimina é justamente o embasamento do
cristianismo, ou seja, a divindade de Jesus Cristo. Por conta disso, o Crislão
conduz os cristãos a se tornarem muçulmanos, ao passar a idéia de que o caminho
de Jesus conduz a Maomé.
cristianismo, ou seja, a divindade de Jesus Cristo. Por conta disso, o Crislão
conduz os cristãos a se tornarem muçulmanos, ao passar a idéia de que o caminho
de Jesus conduz a Maomé.
![]() |
Primeira Igreja do Crislão. Mensagem de Hoje:
“Chegue para lá, Jesus. Maomé está entrando”. |
A coisa toda é sutil. Nenhum dos líderes do Crislão, todos cristãos (eu diria,
ex-cristãos ou pseudo-cristãos), irá negar a divindade de Jesus. Eles porém,
numa tentativa de se tornarem “inclusivos”, deixam de enfatizar a
divindade de Jesus, chegando mesmo a reinterpretar o significado de João
14: 6, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por
mim.” Eles também começam a aceitar a aceitar versões islâmicas como a de
que Maomé foi profetizado no Novo Testamento, colocando deste modo o Alcorão
sobre a Bíblia.
ex-cristãos ou pseudo-cristãos), irá negar a divindade de Jesus. Eles porém,
numa tentativa de se tornarem “inclusivos”, deixam de enfatizar a
divindade de Jesus, chegando mesmo a reinterpretar o significado de João
14: 6, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por
mim.” Eles também começam a aceitar a aceitar versões islâmicas como a de
que Maomé foi profetizado no Novo Testamento, colocando deste modo o Alcorão
sobre a Bíblia.
Implícito ao Crislamismo é a idéia de que tanto faz um ou outro, pois, como
dito em 2010, por Larry Reimer, um ministro da Igreja Unida de Gainesville, FL:
“O cristianismo, o judaísmo, e o islamismo são todos parte da árvore da fé
de Abraão. Todos nós acreditamos no mesmo Deus, e em muitos aspectos estamos
todos tentando realizar os mesmos objetivos”. Ora, se tanto faz um ou
outro, e se apenas cristãos estão expostos a isso, é de se esperar que apenas
cristãos abandonem o cristianismo se tornando muçulmanos, ou aceitando o
islamismo sem questionamentos. Em outras palavras, apenas o cristianismo se
enfraquece.
dito em 2010, por Larry Reimer, um ministro da Igreja Unida de Gainesville, FL:
“O cristianismo, o judaísmo, e o islamismo são todos parte da árvore da fé
de Abraão. Todos nós acreditamos no mesmo Deus, e em muitos aspectos estamos
todos tentando realizar os mesmos objetivos”. Ora, se tanto faz um ou
outro, e se apenas cristãos estão expostos a isso, é de se esperar que apenas
cristãos abandonem o cristianismo se tornando muçulmanos, ou aceitando o
islamismo sem questionamentos. Em outras palavras, apenas o cristianismo se
enfraquece.
Aliás, isso também acontece com o chamado “diálogo inter-religioso”
que só acontece do lado do cristianismo. Ou seja, na prática, o “diálogo
inter-religioso” nada mais do que uma pregação (dawa) do islamismo para os
cristãos. O oposto nunca acontece.
que só acontece do lado do cristianismo. Ou seja, na prática, o “diálogo
inter-religioso” nada mais do que uma pregação (dawa) do islamismo para os
cristãos. O oposto nunca acontece.
Origem
Alguns dizem que o Crislão começou como uma maneira de ajudar a impedir o
genocídio cristão na África. Não funcionou por razões óbvias. Esta tentativa,
apesar de sincera em suas preocupações, estava sinceramente errada. Os
muçulmanos que verdadeiramente seguem o Corão, e os cristãos que crêem naquilo
que a Bíblia apresenta, consideram o crislamismo como uma contradição blasfema
de suas crenças.
genocídio cristão na África. Não funcionou por razões óbvias. Esta tentativa,
apesar de sincera em suas preocupações, estava sinceramente errada. Os
muçulmanos que verdadeiramente seguem o Corão, e os cristãos que crêem naquilo
que a Bíblia apresenta, consideram o crislamismo como uma contradição blasfema
de suas crenças.
Mais recentemente, credita-se ao pastor estadounidense Rick Warren pela criação
do Crislão nos EUA, durante o seu discurso durante a conferência da Sociedade
Islâmica da América do Norte (ISNA) em 2009, no qual ele ressalta, dentre
outras coisas, a importância da globalização, como os cristãos e os muçulmanos
precisam “depor as diferenças” e trabalhar juntos, e muito mais.
do Crislão nos EUA, durante o seu discurso durante a conferência da Sociedade
Islâmica da América do Norte (ISNA) em 2009, no qual ele ressalta, dentre
outras coisas, a importância da globalização, como os cristãos e os muçulmanos
precisam “depor as diferenças” e trabalhar juntos, e muito mais.
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| “Pastor” Rick Warren discursando durante a conferência da Sociedade Islâmica da América do Norte (ISNA) em 2009 |
Forma de Ação
O Crislão é taquia por parte dos muçulmanos, e estupidez e ingenuidade (ou ganância) por parte dos líderes cristãos que fazem isso. Vejamos alguns exemplos:
Brian Houston da HillsongChurch, na
Austrália, se dirigiu à sua congregação com estas palavras: “Você sabe, se
tomarmos todo o caminho de volta para o Antigo Testamento, e os muçulmanos e
você, nós realmente servimos ao mesmo Deus.”
Austrália, se dirigiu à sua congregação com estas palavras: “Você sabe, se
tomarmos todo o caminho de volta para o Antigo Testamento, e os muçulmanos e
você, nós realmente servimos ao mesmo Deus.”
Robert Schuller, pastor da Catedral de
Cristal, disse a um Imã da Sociedade Muçulmana Americana que “se ele
voltasse em 100 anos e encontrasse seus descendentes muçulmanos, isso não iria
incomodá-lo ….”
Cristal, disse a um Imã da Sociedade Muçulmana Americana que “se ele
voltasse em 100 anos e encontrasse seus descendentes muçulmanos, isso não iria
incomodá-lo ….”
Deborah Lindsay, reverenda da Primeira
Igreja Comunidade em Marble Cliff, disse que a Quaresma tem muito em comum com
o conceito islâmico da jihad. (Muito embora não exista nenhuma seita do cristianismo
que defina a a Quaresma, nem agora nem nunca, como envolvendo uma guerra contra
os não-cristãos para os subjugar, como a Jihad é definida). O interessante é que a parceria da Rev. Lindsay
é o Centro Cultural Islâmico Noor, que é controlado pela Irmandade
Muçulmana.
Igreja Comunidade em Marble Cliff, disse que a Quaresma tem muito em comum com
o conceito islâmico da jihad. (Muito embora não exista nenhuma seita do cristianismo
que defina a a Quaresma, nem agora nem nunca, como envolvendo uma guerra contra
os não-cristãos para os subjugar, como a Jihad é definida). O interessante é que a parceria da Rev. Lindsay
é o Centro Cultural Islâmico Noor, que é controlado pela Irmandade
Muçulmana.
Essas atitudes levam à
islamização. O Jesus dos Evangelhos é a base sobre a qual o cristianismo
se desenvolveu. Ao islamizá-lo, tornando-o em um profeta muçulmano que pregou o
Alcorão, o Islão destrói o cristianismo e assume toda a sua história. (O mesmo
vale para o judaísmo.)
islamização. O Jesus dos Evangelhos é a base sobre a qual o cristianismo
se desenvolveu. Ao islamizá-lo, tornando-o em um profeta muçulmano que pregou o
Alcorão, o Islão destrói o cristianismo e assume toda a sua história. (O mesmo
vale para o judaísmo.)
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| O Crislão vai conduzir os cristãos para o abate mais rapidamente |
A coisa é tão séria que em Berlin, Alemanha,
ocorre no momento a construção de um edifício que, sob o mesmo teto, abrigará
uma igreja cristã, uma mesquita e uma sinagoga. Os organizadores deste projeto,
chamado “The houseofone”, são o pastor GregorHohberg, o imã
KadirSanci e o rabino Tovia Ben-Chorn.
ocorre no momento a construção de um edifício que, sob o mesmo teto, abrigará
uma igreja cristã, uma mesquita e uma sinagoga. Os organizadores deste projeto,
chamado “The houseofone”, são o pastor GregorHohberg, o imã
KadirSanci e o rabino Tovia Ben-Chorn.
Um templo como este NUNCA seria erguido
no mundo islâmico!
no mundo islâmico!
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| Crislão: a religião única do mundo |
O Crislão se encaixa muito bem com o
que o teórico SayyidQutb, da Irmandade Muçulmana, disse uma vez:
que o teórico SayyidQutb, da Irmandade Muçulmana, disse uma vez:
“O abismo entre o Islão e
Jahiliyyah [a sociedade dos incrédulos] é grande, e uma ponte não é para ser
construída através dele para que as pessoas dos dois lados possam se misturar
umas com a outras, mas apenas para que o povo de Jahiliyyah possa vir para o
Islão.”
Jahiliyyah [a sociedade dos incrédulos] é grande, e uma ponte não é para ser
construída através dele para que as pessoas dos dois lados possam se misturar
umas com a outras, mas apenas para que o povo de Jahiliyyah possa vir para o
Islão.”
Os islamitas radicais estão promovendo
projetos inter-religiosos em toda a parte do mundo não-muçulmano, colocando com
sucesso uma máscara suave em sua ideologia brutal.
projetos inter-religiosos em toda a parte do mundo não-muçulmano, colocando com
sucesso uma máscara suave em sua ideologia brutal.
Como combater o Crislão
O modo de se combater o Crislão é o mesmo a ser usado para se combater o Islão:
denunciando-o, negando espaços, educando as pessoas, e sempre dizendo a
verdade. É preciso agir ao nível intelectual e ao nível emocional. E ter
paciência.
denunciando-o, negando espaços, educando as pessoas, e sempre dizendo a
verdade. É preciso agir ao nível intelectual e ao nível emocional. E ter
paciência.
É fundamental que os pastores, padres e bispos sejam alertados sobre a
armadilha do diálogo inter-religioso. Aqueles que o fazem devem ser denunciados
como os traidores que são. A rigor, o esforço deveria o de se alardear o
Evangelho, e não o de esconde-lo para se promover uma “fé compartilhada”
que nunca existiu, e que resulta na promoção do islamismo.
armadilha do diálogo inter-religioso. Aqueles que o fazem devem ser denunciados
como os traidores que são. A rigor, o esforço deveria o de se alardear o
Evangelho, e não o de esconde-lo para se promover uma “fé compartilhada”
que nunca existiu, e que resulta na promoção do islamismo.
É importante também cobrar dos muçulmanos, que eles condenem, de forma ativa,
todos os aspectos do islão que sejam contrários aos Direitos Humanos
Universais, por exemplo, a conceito de considerar um crime capital um muçulmano
deixar a fé islâmica. Muito mais importante do que buscar pontos-em-comum, é o
de se viver em harmonia com os diferentes, algo que não se vê no mundo
islâmico.
todos os aspectos do islão que sejam contrários aos Direitos Humanos
Universais, por exemplo, a conceito de considerar um crime capital um muçulmano
deixar a fé islâmica. Muito mais importante do que buscar pontos-em-comum, é o
de se viver em harmonia com os diferentes, algo que não se vê no mundo
islâmico.
Palavras Finais
As diferenças entre cristianismo e islamismo são enormes, tanto do
ponto-de-vista teológico quanto do ponto-de-vista prático. Enquanto que o
cristianismo é centrado nos ensinamentos de uma pessoa que apenas pregou o bem
(Jesus) e tem se mostrado maleável o suficiente para acompanhar a evolução da
humanidade, o islamismo é centrado nos ensinamentos e ações de um Senhor da
Guerra, e tem-se mostrado incapaz de progredir.
ponto-de-vista teológico quanto do ponto-de-vista prático. Enquanto que o
cristianismo é centrado nos ensinamentos de uma pessoa que apenas pregou o bem
(Jesus) e tem se mostrado maleável o suficiente para acompanhar a evolução da
humanidade, o islamismo é centrado nos ensinamentos e ações de um Senhor da
Guerra, e tem-se mostrado incapaz de progredir.
Aceitar o crescimento do islamismo no nosso meio é permitir que uma mentalidade
retrógrada e medieval comece a influenciar a nossa cultura, e os retrocessos
serão irreparáveis, basta ver como são hoje os “países islâmicos”
onde a Sharia se faz presente em níveis diferentes de intensidade: quanto mais
Sharia, mais retrógrado, misoginista, segregacionista e reacionário o país é. É
esse o Brasil que desejamos para nossos filhos e netos?
retrógrada e medieval comece a influenciar a nossa cultura, e os retrocessos
serão irreparáveis, basta ver como são hoje os “países islâmicos”
onde a Sharia se faz presente em níveis diferentes de intensidade: quanto mais
Sharia, mais retrógrado, misoginista, segregacionista e reacionário o país é. É
esse o Brasil que desejamos para nossos filhos e netos?
E para os cristãos eu deixo a seguinte pergunta: Você prefere ser um
cristão, cuja fé e crença é tão forte que você aceitaria ser chamado de
fanático religioso ou você prefere ceder partes de sua fé a fim de ser visto
como tolerante, inclusivo, ou insoso (sem sal)? À luz do que Jesus fez por
aqueles que crêem n’Ele, ser rotulado de “fanático” parece ser o
mínimo que se poderia fazer.
cristão, cuja fé e crença é tão forte que você aceitaria ser chamado de
fanático religioso ou você prefere ceder partes de sua fé a fim de ser visto
como tolerante, inclusivo, ou insoso (sem sal)? À luz do que Jesus fez por
aqueles que crêem n’Ele, ser rotulado de “fanático” parece ser o
mínimo que se poderia fazer.
Referências
1. Crislamismo? Palestinianismo
Cristão??, T. A. McMahon, beth.shalon.com.br. Acessado em 21/2/2015.
Cristão??, T. A. McMahon, beth.shalon.com.br. Acessado em 21/2/2015.
2. UCC Pastor toreadQuran in Response
to Dove QuranBurnings, freerepublic.com. Publicado
em 9/7/2010. Acessado em 22/2/2015.
to Dove QuranBurnings, freerepublic.com. Publicado
em 9/7/2010. Acessado em 22/2/2015.
3. Evangelist Warren toMuslims:
Let’spartner, NBC News,
Publicado em 7/9/2009. Acessado em 22/2/2015.
Let’spartner, NBC News,
Publicado em 7/9/2009. Acessado em 22/2/2015.
4. Minister explores bondsMuslims,
Christiansshare, The Columbus Dispatch. Publicado em 28/3/2014. Acessado em
22/2/2015.
Christiansshare, The Columbus Dispatch. Publicado em 28/3/2014. Acessado em
22/2/2015.
5.
ChristiansIncreasinglyMisledintoInterfaithTiesWithIslamists, The Clarion Project. Publicado em 3/4/2014. Acessado em
22/2/2015.
ChristiansIncreasinglyMisledintoInterfaithTiesWithIslamists, The Clarion Project. Publicado em 3/4/2014. Acessado em
22/2/2015.
6. Berlin terá templo único para
cristãos, judeus e muçulmanos, Exame.com.
Publicado em 3/6/2014. Acessado em 22/2/2015.
cristãos, judeus e muçulmanos, Exame.com.
Publicado em 3/6/2014. Acessado em 22/2/2015.






